22 de Dezembro, 2025 08h12mNatal por Jardel Schemmer- Repórter Rádio Cidade 104.9

A delicadeza de quem escolheu viver o Natal alegrando as crianças com abraços e balas

Mais do que vestir um traje, ela escolheu acolher histórias, ouvir sonhos e espalhar afeto, fazendo do Natal uma experiência real

Quando dezembro chega, Rose Corrêa não mede o tempo pelos dias do calendário. Para ela, o Natal se revela nos encontros, nos sorrisos e nos olhares curiosos de crianças que a reconhecem como Mamãe Noel. O que poderia ser apenas uma fantasia se tornou, ao longo dos anos, um compromisso afetivo e humano, vivido com entrega e verdade.
“Ser Mamãe Noel nunca foi brincadeira para mim. É algo que eu sinto no coração. Quando coloco a roupa, eu sei que estou entrando na vida de alguém por alguns minutos, e isso precisa ser verdadeiro”, afirma Rose. A responsabilidade que ela sente vai muito além da imagem: envolve atenção, escuta e sensibilidade.
Em cada apresentação, Rose faz questão de se aproximar. Ajoelha para ficar na altura das crianças, segura as mãos pequenas, ouve pedidos simples e, muitas vezes, histórias carregadas de emoção. “Às vezes, a criança não pede presente. Ela pede um abraço, pede atenção. E ali eu entendo que o Natal já aconteceu”, relata.
Para Rose, o verdadeiro sentido de ser Mamãe Noel está em oferecer acolhimento. “Tem crianças que talvez só vivam aquele momento de Natal. Então eu preciso estar inteira. Não dá para fingir. Elas percebem”, diz. 
Com o passar dos anos, Rose viu muitas dessas crianças crescerem. Algumas voltam já adolescentes, outras adultas, trazendo no sorriso a lembrança de um tempo em que acreditavam sem reservas. 
O papel de Mamãe Noel, para ela, não termina quando o figurino é guardado. “O Natal não acaba no dia 25. Ele continua quando a gente escolhe ser mais humano, mais atento ao outro”, reflete. Esse espírito acompanha Rose em sua vida cotidiana.

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