16 de Janeiro, 2026 09h01msaúde por JORNALISTA CRISTIANO LOPES

Vigilância Sanitária de Ibirubá amplia ações e reforça papel educativo para 2026

Agentes buscam o equilíbrio entre exigência legal e apoio ao desenvolvimento local

Trabalho de fiscalização é voltado à orientação de empreendedores e proteção da saúde pública. Setor planeja intensificar visitas e aproximação com a comunidade neste ano

 

A Vigilância Sanitária de Ibirubá encerrou 2025 com mais de 600 estabelecimentos sob monitoramento e planeja intensificar ações educativas e preventivas em 2026. A equipe, composta pelos fiscais Marcelo Gunchoroski, Sandro Krause e Greice dos Santos, reforça que o trabalho não é apenas de fiscalização, mas de orientação e parceria com a comunidade e empreendedores locais.
Marcelo, agente de fiscalização, destacou que o principal objetivo da vigilância sanitária é prevenir riscos à saúde da população. “A nossa atuação visa tutelar a saúde pública por meio da regulação e fiscalização de serviços e produtos. Isso inclui desde mercados, lancherias e salões de beleza até clínicas e farmácias”, explicou.
Ele pontuou que a fiscalização envolve a verificação de validade de alimentos, condições de armazenamento e higiene nos estabelecimentos. “A orientação é nossa principal ferramenta. A gente explica, por exemplo, que carnes devem ser armazenadas em temperaturas adequadas para evitar riscos ao consumidor. Quando o produto não segue os critérios, pode até ser inutilizado”, disse Marcelo.
Sandro reforçou que o foco da equipe é educativo. “Queremos que o cidadão e o empreendedor compreendam que estamos aqui para garantir a saúde de todos, não para punir. A fiscalização só ocorre quando há necessidade. Nosso objetivo é sempre orientar primeiro”, disse. Ele também destacou o aumento no número de servidores: “Há poucos anos era apenas um fiscal. Agora somos três e conseguimos ampliar nosso alcance.”
Segundo Greice, a Vigilância segue um critério técnico para as exigências, com base no grau de risco da atividade, determinado pelo CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas). “Salões de beleza, por exemplo, são risco 1, considerados de baixo risco. Eles não precisam de alvará prévio, mas devem seguir normas de higiene e segurança. Já consultórios odontológicos, que são de risco 3, exigem licenciamento sanitário antes do funcionamento”, detalhou.
A equipe também esclareceu dúvidas comuns sobre situações como a venda de produtos sem procedência. Marcelo alertou que alimentos como queijos e embutidos feitos de forma artesanal, sem inspeção sanitária, não podem ser comercializados em mercados, mesmo que tenham boa aparência. “Não é uma questão de má-fé do produtor, mas de segurança. Sem a inspeção, não podemos garantir a qualidade.”
Para facilitar o contato, a Vigilância disponibiliza um WhatsApp funcional pelo número (54) 3324-8527, onde a comunidade pode tirar dúvidas e agendar orientações.
Em 2026, a equipe pretende manter o cronograma de visitas, ampliando o atendimento educativo em todos os níveis. “Nosso trabalho é garantir que tudo que chega à mesa do consumidor esteja seguro.”, concluiu Greice.

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