25 de Abril, 2023 18h04mCruz Alta por Redação Integrada Rádio Cidade de Ibirubá e Jornal O Alto Jacuí

Empresário e liderança de facção criminosa são indiciados no caso do falso roubo de armas em Cruz Alta

Empresário e liderança de facção criminosa são indiciados no caso do falso roubo de armas em Cruz Alta

Inquérito foi concluído e encaminhado para o Poder Judiciário
Inquérito foi concluído e encaminhado para o Poder Judiciário

Empresário e liderança de facção criminosa são indiciados no caso do falso roubo de armas em Cruz Alta

A Polícia Civil de Cruz Alta através da DRACO concluiu, nesta segunda-feira (24), a investigação sobre um empresário de Cruz Alta que teria forjado um furto em sua loja de armas, resultando no desvio de 49 armas de fogo para uma facção criminosa da região.

A investigação durou pouco mais de dois meses e revelou graves distorções na versão apresentada pelo empresário, bem como irregularidades na venda de armas e munições.


Após uma análise minuciosa, a polícia identificou incoerências no depoimento do empresário e situações em que pessoas com antecedentes policiais adquiriram armas e munições ilegalmente. Além disso, foi constatada uma incompatibilidade nas anotações de uso de munições no estande de tiro pertencente ao empresário e armas vendidas legalmente, mas que não foram entregues a pessoas de boa-fé, sendo falsamente indicadas como furtadas.

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A investigação foi baseada em quebras e extrações de dados telefônicos e telemáticos, análise documental, depoimentos e atividades de campo. O inquérito policial foi finalizado e remetido ao Poder Judiciário e Ministério Público.

Seis pessoas foram indiciadas por crimes como comércio ilegal de arma de fogo, associação criminosa, falsa comunicação de crime, falsidade ideológica e associação para o tráfico, incluindo o empresário e uma forte liderança do crime na região.

O proprietário da loja de armas segue preso desde a deflagração da operação Senhor das Armas, no dia 17 de fevereiro. A totalidade das armas desviadas ainda não foi recuperada e, caso a população saiba de qualquer informação, pode denunciar através do 197 (Polícia Civil) 190 (Brigada Militar) ou pelo celular (55) 99194-5758, sendo o sigilo absoluto garantido.

Somados os limites máximos, a pena do empresário pode chegar a 28 anos de reclusão.

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